quarta-feira, 28 de agosto de 2013

ANA

“Ana não sabia que esse sentimento existia. O desejo invadia seu corpo e a deixava sem reação. Os olhos brilhavam como nunca, a pele estava fresca, lábios úmidos...Encontrara alguém perfeito. Desejo era algo constante, corpos em sintonia. Nada era tão bom e completo, como as tardes virando noites na cama de seu amado. Já nem sabia mais se um dia teve vida dentro de si, mas tinha certeza que estava viva agora. Podia sentir o sangue ferver a cada encontro, a cada toque. Sua mente vagava por um vale de luxúria, onde seus maiores medos, tornaram-se seus melhores amigos. Descobrindo a cada alucinação, uma forma de se fazer plena e perfeita para aquele que a acordara para um mundo diferente.”

#26

Nenhum comentário:

Postar um comentário